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O poder da introversão
Legendas em português podem ser escolhidas na parte inferior do player ou na página do vídeo.
Citando
“Quem não enfrenta o inferno de suas paixões, tampouco as supera. Qualquer árvore que queira tocar os céus precisa ter raízes tão profundas a ponto de tocar os infernos”
Carl Gustav Jung
Experiência II
Instruções:
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- Ande tranquilamente pela cidade/parque/fora-de-casa por alguns minutos;
- Durante a caminhada, note como seus pensamentos/sentimentos/percepções são afetados ao longo do trajeto;
- Dê alguns passos com a cabeça inclinada para baixo;
- Tente agora com a cabeça erguida;
- Volte a deixá-la na posição normal (paralela ao chão);
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Resultados? Impressões?
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A insistência na comparação
Todos os dias insistimos em classificar nós mesmos e aqueles que nos cercam. Categorizamos humores, aparências, habilidades e qualquer outro aspecto que consigamos isolar. Porém, existe algo que é mais difícil de categorizar que simples traços físicos ou sentimentais: o desenvolvimento da personalidade.
Considerando inteligência como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair, compreender ideias e linguagens e aprender, é possível afirmar que ela faz parte ou corresponde à personalidade? Qualquer que seja a resposta, os conceitos de inteligência e personalidade parecem estar ligados. Uma teoria da psicologia cita a inteligência como dividida em múltiplas facetas, dizendo que estas são nove ao todo: lógico-matemática, linguística, espacial, musical, cinemática, intrapessoal, interpessoal, naturalista, existencial. Seria possível comparar o desenvolvimento da personalidade de alguém com grandes talentos lógico-matemáticos com o de outra pessoa que tenha muita sensibilidade musical?


