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Contos #3
Dualidades, sempre elas.
Por mais genérico que este início pareça, descreve, resume, constata: a personagem não sussurra ou urra, ela não sente ou pensa, não vive ou morre. Ela urra sussurrando, pensa sentindo e morre vivendo.
Fraca, por vezes admirada por sua força… não sabe. Quem poderia?
Talvez ela nem mereça saber, pois personagens têm vidas fáceis, apenas seguem o roteiro escrito por alguém que desconhecem e talvez nunca sequer encontrem.
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Será?
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De repente, ela se levanta.
E pensa por um momento que talvez não.
Talvez seja diferente.
O autor talvez apenas observe e, ao observar, relata o roteiro que essa formidável personagem cria por si mesma.
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Certo ou errado?
Talvez…


