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Deus é coisa da sua cabeça
A ciência não conseguiu comprovar a existência ou inexistência de Deus. Mas uma coisa o conhecimento racional deixa cada dia mais clara: religião faz bem para a saúde. O motivo? Para o médico americano Andrew Newberg, autor do livro Why God Won’t Go Away (“Por que Deus não vai embora”, sem tradução em português), a resposta está na arquitetura neurológica do nosso cérebro. Para ele, o mais desenvolvido órgão humano é especialmente calibrado para a experiência espiritual. Leia o resto deste post
O nicho humano
Humanos, sempre querendo ser diferentes. Entre todos animais que habitam este planeta, foram eles que atingiram os mais altos níveis de adaptação do meio às suas vontades/necessidades, mesmo que no caminho várias espécies tenham se tornado registros históricos. Leia o resto deste post
A insistência na comparação
Todos os dias insistimos em classificar nós mesmos e aqueles que nos cercam. Categorizamos humores, aparências, habilidades e qualquer outro aspecto que consigamos isolar. Porém, existe algo que é mais difícil de categorizar que simples traços físicos ou sentimentais: o desenvolvimento da personalidade.
Considerando inteligência como a capacidade mental de raciocinar, planejar, resolver problemas, abstrair, compreender ideias e linguagens e aprender, é possível afirmar que ela faz parte ou corresponde à personalidade? Qualquer que seja a resposta, os conceitos de inteligência e personalidade parecem estar ligados. Uma teoria da psicologia cita a inteligência como dividida em múltiplas facetas, dizendo que estas são nove ao todo: lógico-matemática, linguística, espacial, musical, cinemática, intrapessoal, interpessoal, naturalista, existencial. Seria possível comparar o desenvolvimento da personalidade de alguém com grandes talentos lógico-matemáticos com o de outra pessoa que tenha muita sensibilidade musical?

